Vou-te contar algo que certamente já conheces! A história (ou pelo menos parte dela), de uma rapariga de 17 anos, chamada Marina.
Após uma relação que teve tudo menos o que ela esperava e onde ela investiu a melhor fase da vida dela até então (e que posteriormente se tornou a pior fase), ela conheceu um rapaz, que a início ela pensou e julgou com sendo igual a tantos e todos os outros rapazes, egocêntrico, machista, arrogante e convencido… no entanto e um pouco por “convite” da sua melhor amiga decidiu dar-lhe como que uma oportunidade, conhece-lo melhor… contudo aquilo com que ela não contava era que o rapaz que julgou ao inicio fosse significar tanto para ela. E assim após algumas conversas, desabafos, entre outras coisas surgiu uma cumplicidade que cedo se tornou numa relação, e embora estivessem ambos um pouco magoados devido as relações anteriores decidiram dar uma oportunidade a eles mesmos e tentarem ser felizes, e assim parecia acontecer… mas apesar da felicidade existente começaram a surgir “espinhos” na relação… e a pouco e pouco as coisas começaram a mudar, porém a relação manteve-se embora tremida, mas manteve-se… até ao dia em que devido a mais uma greve de professores, uma segunda-feira, aconteceram mais acontecimentos, acontecimentos esses que vieram mudar mais um pouco uma relação difícil já desde inicio, acontece que esse jovem ficou um tanto ou quanto “decepcionado” com o que viu nesse dia, embora garantisse que continuava a amar essa jovem tal como antes… gerou-se um clima estranho, que ficou ainda mais estranho uns dias depois em que começaram a surgir perguntas que aparentemente não tinham razão de existir e afirmações que embora não fossem o “fim do mundo” magoavam e faziam pensar.
A rapariga quando confrontada com estes últimos acontecimentos sentiu-se um pouco como uma bússola sem norte, como se tudo aquilo em que ela acreditava se estivesse a desmoronar a pouco e pouco… e começou a pensar, que se estaria a passar? Que situação originou tudo aquilo? Medos, receios, desconfianças, ou pior, era tudo isto um sinal de ruptura? Esta última hipótese aterrava-a … decidiu então fazer um balanço dessa efémera relação e ver o que tinha obtido de bom com essa relação, chegou então a conclusão de que tinha obtido mais do que tinha atingido e conquistado até aos dias em que se encontrava, apercebeu-se que tinha descoberto algo de novo, espectacular, intenso, verdadeiro e único. Que tinha conseguido obter mais auto-estima, mais força, coragem e determinação, mais amor-próprio e pela vida, que sentira e sentia algo que nem o fundo da sua alma julgava existir, que a sua alma estava de tal modo radiante e harmoniosa que espalhava alegria por onde quer que passasse, onde quer que fosse, fosse a quem fosse! Descobriu também o amor, a dedicação, entrega, desejo, a paixão e o melhor de tudo descobriu a VIDA! Após ver e rever todas as “conquistas” que tinha atingido até ali sem se dar conta, percebeu que não podia baixar os braços, que era lutar ou morrer, que não podia deixar “fugir” ou afastar a sua fonte de felicidade, a sua vida, e decidiu então escrever todas estas linhas, todas estas palavras e todas estas letras.
Estarás tu ou estives-te te a perguntar a ti mesmo desde inicio o porquê desta “literatura” toda, pois eu digo-te o objectivo principal e tentar dar-te uma ideia do que és para mim, daquilo que significas e daquilo que me proporcionas-te até hoje… fazias ideia que pudesse ser tanta coisa? Não? Pois se não então já somos dois! O que eu quero que saibas e que me deste alento, forças e coragem para enfrentar e conseguir chegar até onde cheguei hoje, que me deste uma nova razão de viver e de lutar. Tudo o que aqui está escrito não chega para dizer o quão especial és para mim, o quão único, insubstituível e fundamental que és… e que nada nem ninguém pode ou poderá mudar isso, tem como objectivo dizer-te que sou tua de corpo, alma e coração e que por muito que tentem isso mantém-se desde o primeiro dia do inicio da nossa relação.
Eu só não acredito e me recuso a aceitar deixar tudo isto por dizer, e independentemente do que aconteça ao menos fica o registo para que toda a gente saiba, ninguém duvide e sobretudo ninguém esqueça…
Após uma relação que teve tudo menos o que ela esperava e onde ela investiu a melhor fase da vida dela até então (e que posteriormente se tornou a pior fase), ela conheceu um rapaz, que a início ela pensou e julgou com sendo igual a tantos e todos os outros rapazes, egocêntrico, machista, arrogante e convencido… no entanto e um pouco por “convite” da sua melhor amiga decidiu dar-lhe como que uma oportunidade, conhece-lo melhor… contudo aquilo com que ela não contava era que o rapaz que julgou ao inicio fosse significar tanto para ela. E assim após algumas conversas, desabafos, entre outras coisas surgiu uma cumplicidade que cedo se tornou numa relação, e embora estivessem ambos um pouco magoados devido as relações anteriores decidiram dar uma oportunidade a eles mesmos e tentarem ser felizes, e assim parecia acontecer… mas apesar da felicidade existente começaram a surgir “espinhos” na relação… e a pouco e pouco as coisas começaram a mudar, porém a relação manteve-se embora tremida, mas manteve-se… até ao dia em que devido a mais uma greve de professores, uma segunda-feira, aconteceram mais acontecimentos, acontecimentos esses que vieram mudar mais um pouco uma relação difícil já desde inicio, acontece que esse jovem ficou um tanto ou quanto “decepcionado” com o que viu nesse dia, embora garantisse que continuava a amar essa jovem tal como antes… gerou-se um clima estranho, que ficou ainda mais estranho uns dias depois em que começaram a surgir perguntas que aparentemente não tinham razão de existir e afirmações que embora não fossem o “fim do mundo” magoavam e faziam pensar.
A rapariga quando confrontada com estes últimos acontecimentos sentiu-se um pouco como uma bússola sem norte, como se tudo aquilo em que ela acreditava se estivesse a desmoronar a pouco e pouco… e começou a pensar, que se estaria a passar? Que situação originou tudo aquilo? Medos, receios, desconfianças, ou pior, era tudo isto um sinal de ruptura? Esta última hipótese aterrava-a … decidiu então fazer um balanço dessa efémera relação e ver o que tinha obtido de bom com essa relação, chegou então a conclusão de que tinha obtido mais do que tinha atingido e conquistado até aos dias em que se encontrava, apercebeu-se que tinha descoberto algo de novo, espectacular, intenso, verdadeiro e único. Que tinha conseguido obter mais auto-estima, mais força, coragem e determinação, mais amor-próprio e pela vida, que sentira e sentia algo que nem o fundo da sua alma julgava existir, que a sua alma estava de tal modo radiante e harmoniosa que espalhava alegria por onde quer que passasse, onde quer que fosse, fosse a quem fosse! Descobriu também o amor, a dedicação, entrega, desejo, a paixão e o melhor de tudo descobriu a VIDA! Após ver e rever todas as “conquistas” que tinha atingido até ali sem se dar conta, percebeu que não podia baixar os braços, que era lutar ou morrer, que não podia deixar “fugir” ou afastar a sua fonte de felicidade, a sua vida, e decidiu então escrever todas estas linhas, todas estas palavras e todas estas letras.
Estarás tu ou estives-te te a perguntar a ti mesmo desde inicio o porquê desta “literatura” toda, pois eu digo-te o objectivo principal e tentar dar-te uma ideia do que és para mim, daquilo que significas e daquilo que me proporcionas-te até hoje… fazias ideia que pudesse ser tanta coisa? Não? Pois se não então já somos dois! O que eu quero que saibas e que me deste alento, forças e coragem para enfrentar e conseguir chegar até onde cheguei hoje, que me deste uma nova razão de viver e de lutar. Tudo o que aqui está escrito não chega para dizer o quão especial és para mim, o quão único, insubstituível e fundamental que és… e que nada nem ninguém pode ou poderá mudar isso, tem como objectivo dizer-te que sou tua de corpo, alma e coração e que por muito que tentem isso mantém-se desde o primeiro dia do inicio da nossa relação.
Eu só não acredito e me recuso a aceitar deixar tudo isto por dizer, e independentemente do que aconteça ao menos fica o registo para que toda a gente saiba, ninguém duvide e sobretudo ninguém esqueça…