vejo a vida na corrente
desisto, hesito
penso humanamente
sem querer medito
desejo fugir
chegar à luz
desejo sentir
algo me seduz
nostalgia do além
embora no entanto
sei também
que será doce pranto
coisa tão injusta
sem início ou fim
a tanta gente custa
a ti e a mim
algo tão valioso
perece irrelevante
este ser tão airoso
não olha ao importante
verde esperança
azul serenidade
falta a pujança
ainda é pouca a idade
no abismo
agora sim
esquecemos o cinismo
não queremos o fim
muito aviso
pouco sizo
muito ardor
pouco amor
destino da humanidade
murchar
triste e sem piedade
sem dar que pensar
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário